terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Uma aula de Estudo Acompanhado...


Hoje veio à escola uma enfermeira chamada Vânia, que nos falou da alimentação e dos cuidados que devemos ter com a nossa saúde.

Fizémos mudanças na sala para a enfermeira nos poder ver melhor. A enfermeira começou a falar sobre o «pequeno-almoço» e perguntou-nos quantas horas dormíamos por noita. Devem ser, em média, oito horas por noite.

A enfermeira falou e também fez perguntas sobre o tempo que ficavamos no computador.

Falou-no stambém sobre as calorias dos croiassants e dos bolicaus, no entanto, não chegou a responder, pois foi interrompida pela fotografia que o professor Gonçalo tirou.

Depois começamos a fazer um jogo em que nos foi dado um papel com muitos pontos de interrogação. O papel seria rasgado, cada vez que dizímaos "Sim" às perguntas da enfermeira.

A enfermeira explicou que o papel era o nosso corpo e que cada pedacinho representava as doenças dos problemas que podíamos vir a ter.
Como muitas pessoas quase ficaram sem corpo, fizeram o jogo ao contrário para poder ser mais divertido. Houve uns que, mesmo assim, não conseguiram.
No final fizémos um outro jogo sobre o verdadeiro e falso...
Foi muito engraçado, foi uma aula diferente de todas as outras que tive.
A enfermeira Vânia abrilhantou a sua apresentação com um PowerPoint que podes ter acesso aqui.
J. C.
6º E

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Exposição "Quadros de Guerra 1915"

A Biblioteca Escolar convida-o a visitar a exposição "Quadro de Guerra 1915 na Escola Básica 2, 3 do Poceirão já no próximo dia seis de janeiro. A exposição é organizada pelo  Doutor Nuno Monteiro do Arquivo Municipal da Cãmara Municipal de Palmela e vai estar em exibição até ao final do mês.


Vê mais no sítio da Câmara Municipal de Palmela.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

"Quem conta, é bem certo que acrescenta um ponto." Maria Alberta Menéres




Este vídeo tem dezassete imagens. As imagens estão interligadas e fazem parte da ilustração de uma conhecida obra literária!

Adivinhem lá o título desta história...e vamos aceitar o(s) desafio(s)!
OU

1º Desafio:

Faz a legenda das imagens!

2º Desafio:

Descreve as imagens!

Desafio:

Reúne um grupo de amigos (não devem ser mais de quatro) e escreve (ou reconta) a história que te é apresentada. Cada elemento fica com quatro imagens. A décima sétima imagem é trabalhada por todos.

Envia o texto do teu grupo para be.josesaramago@gmail.com. Os textos, depois de corrigidos serão publicados no blog da tua biblioteca.

O prazo para a entrega dos trabalhos termina a 31 de janeiro.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

"Quando o clima perde a cabeça"

     "O CLIMA PERDE A CABEÇA`` QUANDO ANDA MALUCO, E DEPOIS COMEÇA A CHOVER TORRENCIALMENTE SEM PARAR, E AS CASAS FICAM TODAS DEBAIXO DE ÁGUA...
J. M. - 6º E 
     Quando dizem "o clima perde a cabeça" quer dizer que o tempo muda, fica descontrolado, pode até haver terramotos, inundações… E pode haver muitas consequências como casas destruídas...

P. Z. - 6º E

     A temperatura do planeta está a aumentar e com isso podemos ter consequências graves. Podemos ficar sem água, poderá haver um aumento de furacões, tufões e ciclones.
     O aumento da temperatura faz com que ocorra o degelo dos glaciares.
     Para evitar-mos o aquecimento global devia haver menos poluição, reciclar o lixo...
      O aquecimento global também faz com que haja mais desertos.

R. S - 6º E
     Para mim «o clima perde a cabeça» quando, por exemplo, no inverno há chuvas e quedas de granizo tão fortes que provoca enormes inundações, o vento arranca os telhados das casas e leva os carros arrastados... No verão o sol provoca tanto calor e provoca muitas secas em todo o mundo, deixando as pessoas sem água para beber, para cozinhar, para tomar banho...em casa, porque na praia é outra coisa!

T. M - 6º E

     "Quando o clima perde a cabeça" é uma expressão utilizada que quer dizer que o clima é perigoso em certos momentos. Isto tudo é por culpa dos humanos, porque poluímos os mares com o petróleo, a terra com o lixo e o ar com o fumo dos carros. Ora com isto tudo o que fazemos ao planeta provoca inundações, chuvas torrenciais, ciclones, secas…
     E ainda mais, o aumento da temperatura está relacionado com isto tudo. Centenas de pessoas morrem, dezenas de milhares de pessoas sem abrigo , as fábricas deixam de funcionar, as plantações ficam dizimadas, casas destruídas …
     Se queremos resolver estes problemas os cidadãos do planeta têm que se apressar, sobretudo os habitantes dos países industrializados. O caminho é longo mas possível.
S. C. - 6º E
     Para mim quer dizer que o clima fica «desorganizado». É uma forma de dizer que vai haver mau tempo, ou vai chover muito e acontecer trovoadas, ou vai fazer muito sol que pode fazer mal às pessoas, mas a chuva também não faz bem a ninguém...só às culturas!
         Temos de ter cuidado com o clima, ele pode ser mau ou bom.
T. P. - 6º E


sábado, 19 de novembro de 2011

Quando o clima perde a cabeça...

   "Quando o clima perde a cabeça significa os temporais e as tempestades que acontecem um pouco por todo o planeta, tal como aconteceu na Madeira."

J. C. - 6º E


    «Quando o clima perde a cabeça» é uma expressão utilizada para demonstrar o quanto perigoso pode ser uma tempestade. Isto tudo é por nossa culpa. Nós (os humanos) poluímos os mares com o petróleo, a terra com lixo e o ar com o fumo dos carros...

S. C. - 6º E

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Estórias da História

O projeto “ Estórias da História” é uma atividade inserida no Plano Anual de Atividades  da  biblioteca e coordenado pela docente Margarida Sá Almeida , tem como objetivo geral, a promoção da leitura de obras aconselhadas pelo Plano  Nacional de Leitura e, criação de um espaço dinamizador de partilha de leitura e discussão de momentos da história de Portugal e do mundo .
Defendemos o ambiente de tertúlia, construído pelos alunos, numa perspectiva interdisciplinar e numa lógica transversal de ciclos.
No dia 25 de Outubro entre as 16:40 e 17:25h, o 6ºD esteve no espaço da biblioteca no âmbito do projeto “Estórias da História” num momento de discussão e análise da obra Peregrinação, de Fernão Mendes Pinto., com leituras em voz alta de excertos desta literatura de viagem, próxima do que se poderia chamar crónica de viagem ou diário, com relatos das expedições dos descobridores portugueses. É o livro de viagens da literatura portuguesa mais traduzido, tem por base, inevitavelmente o episódio do Velho do Restelo, d'Os Lusíadas de Luís de Camões, e do Auto da Índia, do dramaturgo Gil Vicente.
No dia 15 de Novembro das 16:40 às 18:10h o 6ºD e o 6ºE trabalharam excertos da obra “ O Dia do Terramoto “, através da leitura partilhada e discussão de conteúdos de História e Geografia de Portugal no âmbito do período Pombalino

sexta-feira, 11 de novembro de 2011